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	<title>Pensando Astrologia</title>
	<link>http://astrobrasil.com.br/blogs/titividal</link>
	<description>Pensamentos e reflexões de Titi Vidal: artigos, textos, curiosidades e informações.</description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 17:50:49 +0000</pubDate>
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		<title>Em busca da própria verdade</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 23:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Titi Vidal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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Por Titi Vidal 
Vivemos em busca de algo que nem sempre sabemos o quê. E baseados nesta busca, passamos a vida fazendo escolhas. Desde cedo somos obrigados a fazer escolhas. Escolhemos com o que vamos brincar, quem será nosso amigo, o que vamos ser quando crescer, que caminho profissional vamos seguir, com quem vamos nos [...]]]></description>
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<p><em>Por Titi Vidal </em></p>
<p>Vivemos em busca de algo que nem sempre sabemos o quê. E baseados nesta busca, passamos a vida fazendo escolhas. Desde cedo somos obrigados a fazer escolhas. Escolhemos com o que vamos brincar, quem será nosso amigo, o que vamos ser quando crescer, que caminho profissional vamos seguir, com quem vamos nos casar. Escolhemos também coisas mais simples, como o que vamos comer, que caminho vamos fazer, com que roupa vamos sair. Mas se pararmos para pensar, veremos que nossa vida nada mais é do que uma grande seqüência de escolhas que fazemos a cada instante de nossa existência. Das mais simples às mais complexas, das mais mutáveis às mais definitivas, as escolhas são a essência de nossa vida. Mas será que escolhemos com consciência e de acordo com nossa própria verdade? Geralmente não. É certo que a todo momento criamos nossa realidade. Tudo que nos acontece é fruto de nossas escolhas. Isto porque, em primeiro lugar, uma escolha sempre leva a outras. Além disso, muitas vezes escolhemos sem saber, pois nossos pensamentos e sentimentos possuem mais força do que podemos imaginar. Isto porque pensamentos e sentimentos são vibrações capazes de materializar acontecimentos em nossa vida. E como muitos deles são inconscientes, nem sempre sabemos o quanto estamos materializando determinadas coisas em nossa vida. E tanto os pensamentos e sentimentos conscientes como os inconscientes têm poder. Muitas vezes, os inconscientes têm até mais poder por buscar uma forma de se fazerem presentes. Querem nos mostrar o que passa dentro de nós mesmos e que sua voz seja ouvida. Acontece que muitos deles também não estão em sintonia com nossa verdade interna. O tempo todo fazemos escolhas baseadas em nossos pensamentos, sentimentos e padrões, e como tudo que acontece em nossa vida é fruto de nossas escolhas, devemos estar mais atentos ao que estamos escolhendo e ao que de fato queremos. Por isso o autoconhecimento é tão importante! Pois quando nos conhecemos e estamos sintonizados com nossa verdade, tudo parece fluir melhor e fica mais fácil encontrar a felicidade verdadeira. E Sempre podemos rever nossas escolhas e mudar o nosso futuro. Muitas vezes nos lamentamos pensando em escolhas erradas que fizemos no passado. Devemos nos perdoar e seguir em frente. Se escolhemos errado foi porque não tínhamos uma sintonia com nossa essência, com nossa mais pura verdade, fazia parte de nosso caminho e aprendizado. Temos que nos conscientizar que podemos e devemos escolher o que acontece no “aqui e agora” e no que acontecerá daqui para a frente. É possível escolher diferente. É possível mudar de opinião, de escolha, de caminho. É possível seguir em frente de acordo com o que nosso eu verdadeiro deseja. É ele quem sabe o que é melhor para nós. Para isso, podemos nos auto conhecer e contar também com os sinais que a vida nos dá. Esses sinais vêm através de nossas sensações, dos sonhos, das pessoas que conhecemos e encontramos, e de muitas outras maneiras. Se estamos atentos, fica mais fácil observar o que se passa a nossa volta. Mas é sempre bom lembrar que sintonizamos algo que tenha ressonância com o que estamos emitindo. Vejo que temos muitas formas de chegar a esta nossa verdade. E uma delas é o mapa astrológico, capaz de nos apresentar ao nosso eu verdadeiro, à nossa própria verdade. Ele nos mostra o caminho a seguir. Nos mostra quem somos e onde queremos chegar. Mostra quais nossas motivações e onde nossas escolhas se baseiam: se em fatores conscientes ou inconscientes, se escolhemos de acordo com o que nos é mais fácil ou confortável, se na nossa verdade ou em padrões herdados ou aprendidos etc. O mapa também pode nos mostrar quais os desafios e dificuldades que encontramos em nosso caminho, onde tendemos a esbarrar ao fazer uma escolha e ao buscar nosso futuro. Nos apresenta, também, as oportunidades que temos que aproveitar, além de nos mostrar quais nossos verdadeiros talentos. É como um mapa que nos mostra o caminho do tesouro, que é nossa verdade, nosso bem mais precioso. Quando paramos de escolher baseados no que nos prende, no que não é compatível com nossa essência, tudo começa a fluir em nossa vida e podemos de fato encontrar a felicidade. O caminho pode ser trabalhoso, difícil, cheio de obstáculos. Mas sem dúvida vale a pena encontrar-se com aquilo que mais importa em nossa vida: nossa própria verdade. Ao fazermos isso, é como que um milagre estivesse se manifestando. Passamos a fazer escolhas mais conscientes. Conseguimos mudar o que precisa ser alterado, fortalecer o que precisa ser mantido e então estamos prontos para viver em plenitude a nossa felicidade. Por isso, convido todos a fazerem esta busca, a reverem as escolhas e a encontrarem-se consigo mesmos. Vale a pena tentar !</p>
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		<title>Em cartaz: a nossa vida !</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 19:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Titi Vidal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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Por Titi Vidal
Quando nascemos cada um dos planetas estava em um ponto determinado do céu. Tirando uma foto deste momento, surgiu nosso mapa astrológico. O mapa é, portanto, a fotografia do céu no instante do nascimento. É como se fosse o céu congelado que nos influenciará ao longo de toda nossa vida. Sob outro ponto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img src="http://www.astrobrasil.com.br/blogs/wp-content/themes/nossa-vida.thumbnail.JPG" alt="vida" /> </em></p>
<p><em>Por Titi Vidal</em></p>
<p>Quando nascemos cada um dos planetas estava em um ponto determinado do céu. Tirando uma foto deste momento, surgiu nosso mapa astrológico. O mapa é, portanto, a fotografia do céu no instante do nascimento. É como se fosse o céu congelado que nos influenciará ao longo de toda nossa vida. Sob outro ponto de vista, o mapa revela quem somos, como um manual de instruções. Ele contém cada um dos aspectos de nossa personalidade, de nossas emoções, necessidades e desejos. Em um mapa temos os planetas, os signos e as casas astrológicas, além dos aspectos existentes entre os planetas. Em relação aos planetas, podemos dizer que o Sol representa a essência individual, a personalidade, o ego e a vitalidade. É nosso “Eu Sou”. Mas somente podemos ser se sabemos qual a nossa origem, representada pela Lua, que fala sobre nossas emoções, sentimentos, a família e as necessidades emocionais. Mercúrio, por sua vez, representa a comunicação e o entendimento. Mas somente podemos nos expressar bem se sabemos quem somos e de onde viemos. Para nos relacionarmos, precisamos de Vênus, planeta ligado aos relacionamentos, aos desejos e aos sentimentos afetivos. E Marte, último planeta pessoal, indica como nos afirmamos, como são nossas ações e como lidamos com nossa sexualidade e com a energia agressiva. Estes cinco astros são chamados planetas pessoais pois traduzem nossa personalidade. Então vêm Júpiter e Saturno, planetas sociais ligados à expansividade e aos limites, respectivamente. Júpiter é significador de sorte, proteção e expansão, enquanto Saturno tem a ver com responsabilidade, limitação e estruturação. Por fim, temos os planetas geracionais, Urano, Netuno e Plutão, que representam, respectivamente, liberdade, espiritualidade e transformação. Mas claro que cada planeta tem também outros significados, todos igualmente importantes em uma interpretação. Cada um destes planetas está disposto em nosso mapa em um signo determinado, que dá suas características e formas de expressão. Além disso, os planetas estão em alguma das doze casas astrológicas, cada uma representante de determinada área de nossa vida. São doze signos e doze casas, sendo as casas as áreas de manifestação ou atuação dos planetas. É possível comparar nosso mapa astrológico com uma peça de teatro. O mapa é o palco. Os planetas são os atores. Cada um deles possui vida própria, suas personalidades e significados. Cada qual é por si mesmo e tem a ver com assuntos específicos. Mas cada planeta está vestido de uma forma, representando um determinado personagem. Ele vai atuar de forma distinta em cada mapa, tingido com as qualidades do signo onde se encontra. Por exemplo, mercúrio tem a ver com a comunicação, em qualquer mapa que esteja. Mas irá atuar de forma diferente de acordo com o signo onde se encontra. Assim, um mercúrio em Áries será mais explosivo, direto, bom para discussões, com pensamentos rápidos e muitas vezes impensados, ao passo que um mercúrio em Capricórnio será mais cauteloso ao se expressar, falando apenas o necessário e com muita atenção às regras gramaticais. São como personagens representados pelo mesmo ator. É assim com cada um dos planetas. E cada um deles está disposto em um pedaço específico do palco. São as casas astrológicas no mapa. A atuação do planeta é mais forte na casa onde está e nas casas relacionadas por regência (cada planeta rege determinado signo e, portanto, a casa onde este signo está). Como um ator no palco, cuja presença se faz mais forte no lugar onde ele se encontra. Por fim, estes atores estabelecem contatos e diálogos entre eles. São os chamados aspectos astrológicos, relações estabelecidas entre os personagens. É comum, em uma peça, dois ou mais atores contracenarem, ao passo que outro núcleo permanece isolado. O mesmo acontece em nosso mapa, pois nem todos os planetas falam entre si. Aspectos são, portanto, interação entre energias planetárias. E a combinação disso tudo é a peça de teatro. E é também nosso mapa e, conseqüentemente, nossa vida. Todos os planetas atuam ao mesmo tempo, pois precisamos de cada um deles para exercer sua função. E cada um irá atuar de acordo com o signo onde está e com maior intensidade na área onde se encontra. E suas essências e aspectos indicarão as afinidades e desarmonias internas que possuímos entre as diversas funções de nossa personalidade. Como numa peça, onde alguns personagens são amigos e se ajudam de forma mútua enquanto outros prejudicam-se ou nem mesmo estabelecem qualquer contato. Apesar disso, no todo a peça sempre faz sentido. Como faz também a nossa vida. Tudo faz sempre sentido, basta mudar o ponto de vista. Basta olhar para a vida como um todo e não como peças isoladas de um quebra-cabeças. Nossa vida é como uma peça em cartaz na grande obra do universo. E somos nós, os donos do mapa, o diretor desta peça, capazes de dirigir da melhor forma possível o roteiro de nossas vidas.</p>
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